quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Insatisfeita, Mulher de Cabral se recusa a comer em presídio. "Não sou cachorro pra comer essa porcaria"


A mulher do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, está presa. Adriana Ancelmo foi transferida, na noite dessa terça-feira (6), para o presídio de Bangu. Ela teve a prisão decretada pelo juiz Marcelo Bretas, responsável pela operação Calicute um desdobramento da Lava Jato.

A ex-primeira dama do rio chegou ao complexo penitenciário de bangu por volta das nove horas da noite de terça feira (6). Antes, Adriana Ancelmo passou pelo Instituto Médico Legal para fazer exame de corpo de delito.

Ela está numa cela individual, vai ter direito a banho de sol e visitas. Nesta terça-feira, Adriana Ancelmo, Sérgio Cabral e outros 11 acusados viraram réus no processo que investiga um esquema de fraudes em licitações e cobrança de propina de empreiteiras. Os desvios podem chegar a R$ 224 milhões.

Comportamento no presídio:

Segundo informações internas do penitenciária de Bangu, Adriana se recusou a comer no presídio e teria dito: "É isso que vou comer?. Não sou cachorro pra comer essa porcaria, me tragam comida de verdade."

As informações foram passadas ao responsável pela alimentação dos detentos que prometeu averiguar o caso.



http://www.geralonline.com/2016/12/insatisfeita-mulher-de-cabral-se-recusa.html?m=1

O significado da surra histórica que Renan deu no supremo. Por Paulo Nogueira


E Renan surrou o Supremo.
Desobedeceu a uma ordem do ministro Marco Aurélio e foi para o confronto.
Nocauteou.
Marco Aurélio foi batido por 7 a 3 no plenário do STF.
Inventaram uma saída. Um réu como Renan não pode estar na linha de sucessão da presidência. Este era o argumento de Marco Aurélio para afastar Renan. (De resto, uma razão velha, dado o número de anos em que Renan é réu.)
A gambiarra criada foi estabelecer que um réu não pode virar presidente da República. Mas comandar o Senado ou a Câmara pode.
Renan triunfou assim.
O episódio mostra muitas coisas. Por exemplo, o absurdo que é a política nacional. Lugar de réu é no tribunal - e não na presidência do Senado, ou da Câmara, ou do que for. (Mas nós suportamos tudo, incluído aí um consagrado gangster comandando um processo de impeachment.)
O caso demonstra, também, o contraste formidável entre a força dos Renans do Congresso e a fraqueza pomposa dos eminentes ministros do STF. Eles falam difícil, num português para poucos, mas não mandam nada.
Foi-se a ilusão de que no Supremo se juntavam senhores justos prontos a impedir que a lei fosse subvertida por gente de pouco ou nenhum escrúpulo.
Não apenas justos - mas inexpugnáveis, fechados a barganhas de bastidores.

Acordamos para a doída realidade de que não temos apenas o pior Congresso do mundo. Temos também um Supremo medonho - tão inoperante e tão acoelhado que não conseguiu ser páreo para Renan.

Por Paulo Nogueira

A decisão do Senado "não existe"


Ayres Britto, em O Globo, denunciou os abusos de Renan Calheiros e do Senado:
“A Constituição não trabalha com a hipótese de desobediência da ordem judicial a pretexto de preservar a independência dos Poderes.
Não se pode impedir o Judiciário de falar por último, salvo se a ordem for manifestamente ilegal, o que não é o caso. A decisão do ministro Marco Aurélio Mello de afastar Renan Calheiros da presidência do Senado foi fundamentada de modo a satisfazer, em princípio, as exigências da Constituição.
Já a decisão da Mesa do Senado, de não aceitar a ordem da Justiça, sequer existe juridicamente”.
O Antagonista

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Quem diria? O próprio STF obstruindo a justiça para salvar coronés do quadrilhão?


O STF, para salvar Renan Calheiros, pode tomar uma decisão claramente inconstitucional.
De acordo com o Estadão, o plenário negocia acatar “apenas em parte o mérito da ação proposta pela Rede pelo afastamento de Renan da presidência do Senado. A intenção é garantir o senador na função de comando, mas impedi-lo preventivamente de assumir a Presidência da República na ausência de Michel Temer”.
Como é que eles podem fazer isso?
A Carta Constitucional diz que o presidente do Senado assume a Presidência da República. Só não vale no caso de Renan Calheiros? O STF vai aprovar a PEC Renan?
 O Antagonista

Renan ganhou, mesmo que perca hoje


Enquanto isso, no país da jabuticaba...
O estrago já foi feito na imagem da mais alta corte de justiça do país. Resta saber, logo mais, se o estrago poderá ser muito maior. Só dependerá da decisão que o Supremo Tribunal Federal (STF) venha a tomar no caso do afastamento de Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado.
É falso o argumento de que o ministro Marco Aurélio de Mello não poderia, sozinho, ter tomado a decisão de afastar Renan do cargo. No ano passado, por exemplo, 84% das decisões do STF foram tomadas por ministros individualmente. O plenário só tomou 2,4% delas. O STF fala pela boca de ministros e do plenário.
É falso também o argumento de que a liminar concedida por Marco Aurélio carece de sólidos fundamentos. Não é só ele que pensa que réu em ação penal não pode ficar na linha direta da sucessão do presidente da República. Além dele, mais cinco ministros de um total de onze votaram assim em julgamento anterior.
Desde a semana passada que Renan é réu de crime de peculato – o desvio de dinheiro público para seu próprio uso. Por oito votos contra três, assim o STF decidiu. O suposto crime foi cometido há nove anos. Sua apuração arrastou-se por todo esse tempo. Renan responde a mais 11 processos no STF, oito da Lava-Jato.
Ao não agir de imediato para que a decisão de Marco Aurélio fosse cumprida, o STF reforçou o sentimento compartilhado pela maioria dos brasileiros de que a Justiça é leniente, bondosa e até cúmplice de quem muito pode. Só é rigorosa, veloz e implacável com as pessoas comuns que pouco ou nada podem.
Não é exagero pensar que o Estado de Direito, tal como é conhecido em países verdadeiramente democráticos, foi suspenso no Brasil quando Renan e seus seguidores tiveram a ousadia de anunciar que simplesmente não levariam em conta uma decisão do STF. Que prefeririam esperar que ela fosse ou não avalizada pelo plenário.
O STF piscou primeiro. A ministra Cármen Lúcia e alguns ministros gastaram grande parte do seu dia, ontem, discutindo uma saída para a afronta sofrida pelo tribunal. Como se existisse àquela altura qualquer outra saída capaz de salvar a face do STF que não fosse a reafirmação da decisão antes tomada.
Alguns ministros entraram pela noite amadurecendo uma “saída esperta”. O STF confirmaria a expulsão de Renan da linha de sucessão do presidente da República, uma vez que ele é réu. Mas deixaria a critério do Senado afastá-lo ou não do cargo. Pode ser uma “saída esperta”, mas não passa de uma jabuticaba.
Não é Renan que está na linha direta da sucessão do presidente Temer, logo depois do presidente da Câmara dos Deputados. É o presidente do Senado quem está. O cargo é quem põe seu ocupante na linha direta da sucessão do presidente. E parece inconcebível que ele continue sendo ocupado por alguém que virou réu.
Se a Constituição obriga a se afastar do cargo o presidente da República que se torna réu, por que se deveria permitir que o cargo pudesse ser ocupado por outro réu? Há cabimento em se tirar o Senado da linha de sucessão do presidente da República só para que Renan possa continuar como seu presidente?

Jabuticaba! Mais uma.
Por Ricardo Noblat - Blog do Noblat

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

URGENTE: Requião perde a paciência com Moro e manda juiz de Curitiba “ir para a puta que pariu”; CONFIRA!


O senador Roberto Requião (PMDB-PR) publicou nesta segunda (5) a minuta do relatório sobre o projeto que pune juízes, promotores e procuradores que cometerem crime de abuso de autoridade. O documento tem 23 páginas e deverá ser apreciado nesta terça-feira (6) no plenário do Senado.
Em comentário para as emissoras de rádio nesta, segunda-feira (5), o parlamentar voltou a defender a aprovação de o projeto de lei que define os crimes de abuso de autoridade. De acordo com o congressista, as principais vítimas do abuso sãos os mais pobres, que não contam com quem os defenda. Como exemplo, ele citou que 45%presos no Brasil atualmente estão detidos provisoriamente, isto é, sem processo. Há casos, afirmou o senador, de presos sem culpa formada, sem denúncia ou processo detidos há 14 anos.

Sobre os requerimentos de retirada da votação da pauta, Requião disse que cumpriu seu papel, se vai votar não é com ele. “É uma oportunidade para melhorar a lei. Agora não é o momento para votar porquê? Ah vai para a puta que pariu Sérgio Moro”, disparou.
http://clickpolitica.com.br/brasil/urgente-requiao-perde-a-paciencia-com-moro-e-manda-juiz-de-curitiba-ir-para-a-puta-que-pariu-confira/

O bem-viver.


Já perdoei erros quase imperdoáveis. 
Tentei substituir pessoas insubstituíveis, e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso. 
Já me decepcionei com pessoas que eu nunca pensei que iriam me decepcionar. 
E também já decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger, dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, e amigos que eu nunca mais vi.
Amei e fui amado, mas também já fui rejeitado.
Já gritei e pulei de felicidade, vivi de amor e esperança e fiz juras eternas.
Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já pensei que fosse morrer de tanta saudade 
e tive medo de perder alguém especial.
Mas o fato é que vivi e vivo intenso sempre.
Porque não posso simplesmente passar pela vida.
E você também não deveria passar!
Renda-se, como eu me rendi. 
Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. 
Não se preocupe em entender.
Viver ultrapassa qualquer entendimento.

Aprenda como se você fosse viver para sempre. 
Viva como se você fosse morrer amanhã...

Desconheço o Autor

domingo, 4 de dezembro de 2016

STF da Frustração à Depreciação


Quando acontece de modo singular, tem-se a frustração. Quando se repete, a irritação. Quando se torna frequente, vem a depreciação. Lembremos. Ao concluir-se a votação do impeachment da presidente Dilma, a senadora Katia Abreu apresentou aquele famoso destaque propondo o fatiamento da pena para que o impeachment não acarretasse perda dos direitos políticos. Tratava-se de um arreglo tramado em sigilo, durante reuniões de elevada hierarquia, que acabou se transformando em decisão política com qualidade jurídica de caderno de armazém. Quem discursou em favor da medida? Renan Calheiros, que justificou a providência com o consistente argumento segundo o qual aplicar o impeachment e sua consequência natural seria dar um coice depois da queda. E quem proporcionou aval jurídico àquela decisão (dizendo que não estava a fazer isso, como soe acontecer no STF)? O ministro Ricardo Lewandowski, que presidia o Senado transformado em tribunal. Ele argumentou que se aceita a dupla punição, a presidente estaria inabilitada até para ser merendeira de escola. E Dilma, que perdeu o mandato por crime de responsabilidade, para não incidir sobre ela o absurdo impedimento de não poder ser merendeira, ganhou o absurdo direito de, em tese, disputar novamente a presidência em 2018... Frustração!
Passaram-se 90 dias. Ontem pela manhã, no plenário do Senado, ocorreu uma sessão temática sobre o tema Abuso de Autoridade, objeto da controversa emenda ao projeto das medidas contra corrupção. Entre os convidados de Renan Calheiros, para um previsível antagonismo, o ministro Gilmar Mendes e o juiz Sérgio Moro. Ante um magistrado sereno e consistente em sua exposição, o ministro partiu para a arrogância e menosprezou os dois milhões de assinaturas populares às Dez Medidas contra a Corrupção. Disse: "Aprendi em São Paulo que quem contrata o sindicato dos camelôs, em uma semana consegue 300 mil assinaturas". Ficou visível ao lado de quem Gilmar Mendes estava, dois dias após as indecorosas deliberações do dia 30 na Câmara e o empenho de Renan em aprová-las no Senado horas mais tarde. Irritação!
Logo após a sessão temática, o STF se reuniu para deliberar sobre o pedido de abertura de ação penal contra Renan Calheiros. O MPF apontava evidências de cometimento de dois crimes, mas um deles ganhou o almejado prêmio da prescrição por decurso de prazo, tão desejado quanto frequente. Contudo, para desgosto de três ministros, a acusação de peculato prosperou e o seguimento da ação penal foi aprovado por 8 a 3. Quais três? Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. Pois é.
Na sequência da mesma sessão, julgava-se, com seis votos favoráveis e nenhum contrário, a ação movida pela Rede sobre o impedimento de que réu em ação penal possa ocupar cargo na linha sucessória da Presidência da República (situação em que ficara Renan Calheiros pela decisão anterior). Com seis votos favoráveis, a questão já estava resolvida e Renan Calheiros podia começar a esvaziar as gavetas. A menos que...? A menos que Toffoli fizesse o que fez tão logo lhe coube falar, ou seja, pedisse vistas e levasse o processo para engavetá-lo sem prazo para devolver a seus pares. Depreciação!
A nação quer ir para um lado e o STF, em total dissintonia, vai para outro. É a isso que nos conduz um quarto de século de indicações autorrotuladas progressistas. Temos um STF que não conheceu formação de quadrilha no mensalão. Temos um STF onde não há uma única, singular e solitária voz que expresse convicções liberais ou conservadoras. Pode parecer amargo este texto, mas quanto mais complexos os sentimentos e mais difícil a tarefa de expressá-los, mais necessário se torna fazê-lo.


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* Percival Puggina (71), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.

sábado, 3 de dezembro de 2016

A Moda


A mãe vai visitar a filha recém-casada e a encontra andando nua pela casa. Acha estranho, mas nada diz. 
No dia seguinte ocorre o mesmo. Após uma semana, intrigada, cria coragem e pergunta o que está havendo.
- Nada - responde a filha - isso é roupa de fazer amor, mamãe.
A mão acha ótima a idéia e planeja fazer isso com o marido. Nesta noite, o marido chega em casa e topa com a velha peladona andando pra lá e pra cá.
- Que é isso, mulher ? Ficou louca?
- Não bem, isso é roupa de fazer amor.
- Mas bem que você poderia ter dado uma passadinha nela antes.

O beijo que salva!


O beijo da vida - um eletricista faz um boca-a-boca em seu companheiro de trabalho para tentar salvá-lo após ele ter sido eletrocutado, em 1967.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Lindbergh tentou emparedar Moro no Senado, mas findou atirando no próprio pé (e no de Renan)


Essa foi boa. Ou melhor: foi ótima! Aconteceu há pouco no Senado. Em defesa do projeto que supostamente estaria combatendo abuso de autoridade, mas é visto como uma retaliação à Lava Jato, Renan Calheiros convocou Sérgio Moro para pronunciar-se sobre o texto a ser discutido na casa. Lindbergh Farias foi um dos senadores que usaram o microfone. E aproveitou para repetir todas as baboseiras que a esquerda repete contra a operação: que ela comete abusos, que não deveria ter feito condução coercitiva de Lula, que não deveria ter grampeado o ex-presidente, ou a esposa dele, enfim… Tudo lorota já amplamente desmentida nos últimos meses.
Qual a resposta de Moro? Mostrou que a fala do senador comprovava que a lei contra abuso de autoridade na verdade estava sendo negociada para atacar a Lava Jato:
“Eu fico preocupado com essa afirmação de que a Lei de Abuso de Autoridade não tem nenhuma intenção de frear a operação Lava Jato. Mas fica claro [na fala de Lindbergh] que eu, na condução do caso, cometi abuso de autoridade e devo ser punido. Então me parece claro que subjaz, não digo em relação a todos, mas há uma intenção clara de que o projeto de Lei de Abuso de Autoridade seja utilizado especificamente para criminalizar condutas de autoridade envolvidas na Operação Lava Jato. Para mim ficou evidente.”


Não ficou claro só para ele. Ficou para qualquer um. Lindbergh Farias deu um tiro no pé de Renan Calheiros.
http://www.implicante.org/noticias/lindbergh-tentou-emparedar-moro-no-senado-mas-findou-atirando-no-proprio-pe-e-no-de-renan/

Neve.


Uma mulher viaja de férias para o Nordeste e lá conhece um negro muito bonito. Os dois começam a conversar, surge um paixão irresistível e acabam transando. Depois da transa, ela pergunta o nome dele, mas ele se nega a dizer, alegando que ela vai rir quando souber. 
Essa paixão prossegue durante 15 dias. Na véspera do embarque de volta, a mulher insiste para que ele revele seu nome e ele finalmente cede: 

- Meu nome é Neve. 

Ouvindo isso, a mulher começa a gargalhar e o negro diz: 

- Está vendo? Você é igual às outras. Está zombando de mim. 

- Não, não... Eu estou rindo da cara do meu marido, quando eu disser que peguei 20 cm de Neve todos os dias no Nordeste.


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

O Suicídio de um Parlamento


 Na madrugada desta quarta-feira, 30 de novembro, o parlamento brasileiro suicidou-se moralmente num acesso de fúria contra tudo e contra todos. Do alto de suas gravatas, deputados federais urravam ódio nos microfones. Eles odiavam seus colegas probos, indignavam-se, numa indignação despida de dignidade, ante bons exemplos. E aplaudiam comparsas. Condutas íntegras faziam explodir sentimentos primitivos. Nada, porém, trazia mais espuma à boca e sangue aos olhos do que a atividade de policiais, promotores e magistrados. Tais funções, um dia, poderiam apontar crimes e sinalizar o rugoso caminho da cadeia.
Que país é esse - pensava o Parlamento suicida - onde não mais se pode roubar em paz? Como obter mandato para servir ao povo em nobre atividade sem tomar dinheiro desse mesmo povo? Que mal atacou nossa gente, outrora dócil e tolerante, para levá-la às praças clamar contra meus negócios? De onde saiu essa corruptofobia? Tudo isso pensava e contra tudo isso vociferava o Parlamento enquanto o elevador da arrogância ascendia ao topo das torres gêmeas. E, dali, a queda livre até o solo.
Não se diga que o finado ainda emite sinais vitais. Com efeito, coração bate, pulmões respiram, aparelho digestivo digere. Mas está morto. Morto como um peso morto. É um traste, esse suicida moral. Nós assistimos tudo! Como não atestar, então, seu óbito? O Antagonista resume assim, no rescaldo da madrugada:
• crime de responsabilidade para juízes e procuradores,
• prisão por desrespeito às prerrogativas dos advogados,
• criminosos não terão de devolver a fortuna acumulada com propinas,
• tempo de prescrição continuará com réu foragido,
• partidos não poderão ser punidos pelo roubo.

Estas medidas, que favorecem a Frente Parlamentar da Corrupção, ou Orcrim, no relato de O Antagonista, foram aprovadas pelos partidos com estas proporções:
• PCdoB 100% pró-ORCRIM.
• PT: 98% pró-ORCRIM.
• PRB: 95% pró-ORCRIM.
• PDT: 87,5% pró-ORCRIM.
• PR: 83% pró-ORCRIM.
• PMDB: 82% pró-ORCRIM.
• PP: 81% pró-ORCRIM.
• DEM: 71% pró-ORCRIM.
• PSD: 61% pró-ORCRIM.
• PSB: 57% pró-ORCRIM.
• PSDB: 24% pró-ORCRIM.

Domingo, dia 4 de dezembro, estaremos nas avenidas e praças do Brasil como testemunhas do que aconteceu e protagonistas dos princípios e valores que em algum momento, ali adiante, haverão de prevalecer. Há que cumprir o dever moral da persistência! Covardes e inúteis seremos se jogarmos a tolha ante cadáveres morais.

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* Percival Puggina (71), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.


terça-feira, 29 de novembro de 2016

Mais um tropeço de Temer


Que diabo de mensagem o presidente Michel Temer quis passar quando afirmou para uma plateia de empresários e investidores reunidos, ontem à noite, em Brasília no seminário “Brasil Futuro”:
— De vez em quando há certa instabilidade institucional. Como não temos instituições muito sólidas, qualquer fatozinho abala as instituições. Então, o investidor fica assustado.
Como “não temos instituições muito sólidas” se recentemente elas atravessaram incólume o segundo processo de impeachment de um presidente da Repúbica em menos de 25 anos?
Temer presidente é a melhor prova da solidez das instituições. E disso ele mesmo começou a fazer alarde a partir do momento em que substituiu como interino a ex-presidente Dilma Rousseff.
Quem contestou a ascensão definitiva de Temer ao poder ouviu dele que se cumpriu apenas o que manda a Constituição. E estava certo. O mais foi choro dos excluídos do poder por desacertos.
É compreensível, mesmo para um orador experiente como Temer, que cometa algum disparate ao discursar de improviso. Foi de improviso que ele falou aos empresários.
Mas quem o ouviu ou leu mais tarde o que disse sobre a falta de instituições muito sólidas no país não tem a obrigação de corrigi-lo, muito menos de desculpá-lo.
Temer está abalado com o estrago feito em sua imagem pessoal pelo desastroso episódio do apartamento do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Tem mais é que ficar abalado. A culpa foi só sua.
Com uma popularidade baixa, Temer sabe que não pode se dar ao luxo de perder os poucos pontos que tem. É possível que tenha perdido alguns ao advogar em benefício de Geddel.
Sua sorte é que ao país só restam duas alternativas: aturá-lo até 2018, torcendo para que se saia bem no cargo, ou trocá-lo por um presidente eleito pelo Congresso.

Por Ricardo Noblat - Blog do Noblat

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Busca do acaso


Quero subir a íngreme montanha de minha existência, como se buscasse o acaso, algo que não me foi desvendado até hoje ... Olhar lá de cima a planície de minha vida, e ir onde meu coração bate mais forte!...
Pessoas passaram por ela, marcaram-na profundamente. Sei que amei muito, e que também me fiz amada, fui feliz, mas também amarguei a tristeza.
Sempre procurei viver, sem prejudicar, ou magoar as pessoas, mas sei que nem sempre me fiz entender por elas.
Involuntariamente, também fiz sofrer pessoas!... É a vida..., Assim é que nos fazemos crescer espiritualmente, e buscamos a renovação interior... É preciso jogar fora o velho, para poder desfrutar as alegrias do novo.
Abrir caminhos, desbravar estradas desconhecidas. Conhecer novas pessoas e dividir com elas uma convivência feliz... Fazer sorrir os rostos tristes, e buscar lá dentro de todos a força, até então desconhecida... Trazer gigantes adormecidos à tona, para iluminar a humanidade, fazendo abrir os corações e aclarar a mente de pessoas.
Sobrepujar a própria presença, para ver-se crescendo espiritualmente. Poder anular suas próprias necessidades, para trazer a felicidade real, que se acha tão desconhecida...
E que cada um se olhe interiormente e busque tudo aquilo que nunca se deu, e tão ansiosamente busca exteriormente...
Não busque nada fora, pois ao agir dessa maneira, jamais vai achar a felicidade tão querida...
Olhe no seu espelho, pois lá vai encontrar uma pessoa que se faz tão escondida, pois você nunca se deteve, para se dar a atenção na vida.
Essa sensação de vazio, que dentro de você as vezes se faz sentida, não é porque algo lhe faz falta, mas é apenas a solidão em que você se colocou na vida, pois viveu atendendo as conveniências da cabeça, pra não ter problemas na vida...
Mas ao deixar seu querer de lado, para fazer o que é exigido pela sociedade, abandonou suas vontades e com isso, se anulou e a pessoa real que você era, ficou aí dentro amassada, renegada, sentindo-se impotente na vida.
Você ainda pode resgatar essa pessoa, que se acha esquecida e por isso acabou por sofrer com todas as coisas exteriores. Coloque-se em primeiro lugar, valorize você todos os dias. Só criando amor por si mesmo, vai poder ter valor na vida....


Jandira Moraes 

domingo, 27 de novembro de 2016

Aécio comete suicídio político ao elogiar ditador Fidel


Se era só o que faltava para enterrar de vez a carreira de Áecio Neves, agora não falta mais nada.
Conhecido por sua política de apaziguamento e capitulação diante do totalitarismo petista, sempre foi difícil defender qualquer apoio – mesmo que temporário – a ele. Agora, ao que parece, Aécio decidiu dar razão aos seus críticos e sepultar de vez suas chances para tentar a presidência em 2018.
Em sua página de Facebook, postou um pequeno texto elogiando o ditador genocida Fidel Castro. Cuspindo na cara dos brasileiros que estão do lado da democracia, ele chegou a chamar o ditador de “presidente”. Sem mencionar os mais de 100.000 assassinatos cometidos pelo tirano, Aécio o definiu como “um dos grandes líderes de nosso tempo”.
Para complementar a afronta, postou uma foto junto a Fidel.
É de dar nojo:
Aécio parece não ter percebido o espírito dos tempos. Em uma época onde rejeitamos feito óleo de rícino uma ditadura como aquela coordenada por Nicolas Maduro, o apoio a um sanguinário ainda maior como Fidel Castro é uma afronta ainda maior aos brasileiros que não estão comprometidos com o sadismo político.
Depois dessa foto, o que sobra para Aécio? Tecnicamente, somente os votos de petistas, psolistas e pcdobistas, mas, pior ainda, estes também não irão votar nele. Optarão por gente como Marina Silva, Ciro Gomes ou Lula. Quer dizer: para agradar à extrema-esquerda, Aécio acabou de vez com sua carreira política. Ora, qual o sentido em alguém de direita votar em uma pessoa que baba o ovo de um ditador como Fidel Castro?
Vai ficar fácil, muito fácil para qualquer adversário dele esfregar essa foto com Fidel Castro e tirá-lo da disputa. Essa é a beleza maior da política: quase todos os nossos resultados são baseados em… escolhas. Aécio escolheu se tornar um zumbi político.
Que venham as próximas opções para 2018.

http://www.ceticismopolitico.com/aecio-comete-suicidio-politico-ao-elogiar-ditador-fidel/

Escrito no Banheiro


Um cara foi cagar em um desses banheiros de beira de estrada e começou a ler aquelas frases idiotas que o pessoal rabisca:
"Lá fora você é o valente, aqui você é cagão!"
"Não caga cantando que a merda sai dançando!"

"Aqui termina a obra de um grande cozinheiro!"
"Olha só a cagada que você está fazendo!"

Por fim ele olhou uma frase que estava escrito bem pequenininha. Tentava ler e não conseguia de jeito nenhum. Chegou mais perto e nada. Chegou mais perto e ainda não conseguia ler. Chegou a menos de um palmo do nariz e leu:
"Senta babaca, que você está cagando fora do vaso!"

sábado, 26 de novembro de 2016

Sobre a Bíblia Sagrada


Alguém precisava dizer a verdade sobre a Bíblia. Os padres não ousariam, pois seriam expulsos de seus púlpitos. Os professores nas faculdades não ousariam, pois perderiam seus salários. Os políticos não ousariam, pois seriam derrotados. Os editores não ousariam, pois perderiam seus leitores. Os comerciantes não ousariam, pois perderiam seus clientes. Os homens de prestígio não ousariam, temendo perder seus admiradores. Nem mesmo os balconistas ousariam, pois poderiam ser despedidos. Então resolvi fazer isso eu mesmo.
Há milhões de pessoas que crêem que a Bíblia é a palavra inspirada por Deus - milhões que pensam que este livro é um báculo e um guia, um conselheiro e um consolador; que preenche o presente com paz e o futuro com esperança - milhões que creem que é a fonte da lei, da justiça e da clemência, e que o mundo deve sua liberdade, riqueza e civilidade aos seus sábios e benignos ensinamentos - milhões que acreditam que este livro é a revelação da sabedoria e do amor de Deus ao cérebro e coração do homem - milhões que consideram este livro como uma tocha que sobrepuja a escuridão da morte e derrama seu brilho em outro mundo - um mundo sem lágrimas.
Entretanto, esquecem-se de sua ignorância e selvageria, de seu ódio à liberdade, de sua perseguição religiosa; lembram-se do céu, mas esquecem-se do calabouço da dor eterna. Esquecem-se de que aprisiona a mente e corrompe o coração. Esquecem-se de que é um inimigo da liberdade intelectual. A liberdade é minha religião. Liberdade das mãos e da mente - no pensar e no trabalhar. Liberdade é uma palavra odiada pelos reis e amaldiçoada pelos papas. É uma palavra que despedaça tronos e altares - que deixa a coroa sem súditos e as mãos estendidas da superstição sem esmolas. Liberdade é a consequência, o fruto da justiça - o perfume da clemência. Liberdade é a semente e o solo, o ar e a luz, o orvalho e a chuva do progresso, o amor e a alegria.

Robert G Ingersoll

Geleia Maia e demais 'roedores' ameaçam processar toda imprensa por denunciar manobras


DIZEM QUE...  o metido a machão, Rodrigo Maia, Geleia Maia e demais roedores que se apelidam de 'deputados', estão 'putos' por causa da imprensa que tem denunciado as manobras, dificultando a aprovação dos cambalachos.
De acordo com O Antagonista, os 'fiduma éguas', malacabados ameaçam, COM O DINHEIRO DO POVO, processar todo mundo da imprensa que está a denunciar e a criticar as manobras vagabundas.

Pau neles!
http://folhacentrosul.com.br/post-politica/12513/

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A nova crise política só tem um pai: Temer


O artigo nono da lei 1.079 de 10 de abril de 1950, invocada para tirar Dilma Rousseff do cargo, define os crimes de responsabilidade que podem levar um presidente a julgamento e à perda do mandato.
Diz o inciso três do artigo que é crime “não tornar efetiva a responsabilidade dos seus subordinados, quando manifesta em delitos funcionais ou na prática de atos contrários à Constituição”.
Diz o inciso sete do mesmo artigo que é crime “proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo”.
Haverá certamente quem encontre em tais disposições amparo bastante para propor o impeachment do presidente Michel Temer caso reste provado que ele fez o que o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero lhe imputa.
Disse Calero a certa altura do seu depoimento à Polícia Federal sobre a pressão que sofreu do ministro Geddel Vieira Lima, secretário do governo, para que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) liberasse a construção de um prédio em Salvador onde ele comprara um apartamento:
"Que na [última] quinta, 17, o depoente foi convocado pelo presidente Michel Temer a comparecer no Palácio do Planalto; que nesta reunião o presidente disse ao depoente que a decisão do Iphan havia criado 'dificuldades operacionais' em seu gabinete, posto que o ministro Geddel encontrava-se bastante irritado; que então o presidente disse ao depoente para que construísse uma saída para que o processo fosse encaminhado à AGU [Advocacia-Geral da União], porque a ministra Grace Mendonça teria uma solução";
"Que, no final da conversa, o presidente disse ao depoente 'que a política tinha dessas coisas, esse tipo de pressão'”.
A revista VEJA publicou, ontem à noite, em seu site, que Calero entregou à Polícia Federal gravações de conversas que teve com Temer, mas também com Geddel e o ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil. E que elas provariam tudo o que ele afirmou no depoimento.
O governo obteve a confirmação da existência dos áudios. “As gravações não são de boa qualidade, porque foram feitas com um aparelho que aparentemente estava no bolso do Calero”, informou à VEJA um ministro com gabinete no Palácio do Planalto.
O episódio que pôs Calero em rota de colisão com Geddel, e que o levou a pedir demissão, foi promovido à condição de uma robusta crise política por envolver agora o presidente da República e alguns dos seus mais prestigiados auxiliares.
Nunca antes na história do país um presidente teve conversas gravadas por um dos seus ministros. Nunca antes um ministro foi à polícia e relatou as causas de sua saída do governo. A polícia agiu as pedido da Procuradoria Geral da República, que pensava em abrir inquérito para investigar Geddel.
Pensará em fazer o mesmo com Temer depois do que contou Calero, o mais novo homem-bomba da República?

A oposição ao governo lambe os beiços diante do que lhe foi servido de graça. O governo balança como uma vara fina sujeita a ventos fortes. O estado delicado da economia não passará ileso pela mais nova crise política que tem um único pai: Temer com suas fraquezas.

Por Ricardo Noblat - Blog do Noblat

O Congresso versus a Lava-Jato: acabou o faz de conta


A iminente aprovação da anistia do caixa dois na Câmara, hoje ou na semana que vem, e seu envio para o Senado, onde o terreno está preparado para uma tramitação relâmpago, pôs fim ao faz de conta de apoio à Lava-Jato que os parlamentares ensaiam há dois anos e meio.
Nunca houve apoio do Congresso à operação. Pelo contrário.
Suas excelências tentaram, repetidas vezes, jogar pedras no caminho de Sérgio Moro & cia, sempre que esse caminho cruzou as trilhas tortuosas seguidas por deputados e senadores desde sempre.
Agora, com Moro e Carlos Fernando Lima, procurador da força-tarefa em Curitiba, alertando publicamente sobre o risco que a anistia representa para a Lava-Jato, deputados fingem que não estão lendo os sites noticiosos e vão, sem pudor, votar a favor do texto.

Melhor assim. Acabou o faz de conta, os atores assumem suas verdadeiras posições e cada um sabe de fato quem é quem no jogo.
Por Guilherme Amado - O Globo

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Deu ruim! Pedro Corrêa cita Lula e seu advogado em audiência com Sérgio Moro (Veja vídeo)

Pedro Corrêa (ex-deputado pelo PP) criou uma ‘sinuca de bico’ para o advogado José Roberto Batochio
Batochio, além de ser advogado de Lula, também é ex-deputado.
Em seu depoimento a Sérgio Moro no caso do triplex de Lula, ele disse:
“Fomos ao presidente Lula, que era candidato a reeleição. Quem faz política, o dr. José Roberto Batochio sabe o que é isso, meu companheiro na Câmara dos Deputados, fomos membros da mesma comissão, ele sabe que quando chega na eleição você procura o candidato majoritário para fazer a despesa do partido. E como o candidato majoritário era o Lula, fomos lá atrás de dinheiro.”
De acordo com Corrêa, Lula teria dito:
“Vocês não podem reclamar porque o Paulinho (Paulo Roberto Costa) me disse que vocês estão muito bem amparados financeiramente e vão fazer uma eleição tranquila.”

Veja a partir do minuto 2:20 do vídeo do Antagonista Cláudio Dantas:


http://www.diariodobrasil.org/deu-ruim-advogado-foi-defender-lula-em-curitiba-e-acabou-sendo-citado-por-delator23/



Os amigos enrascados


Certo dia estava no mercado quando vi uma pessoa no corredor, reconheci-o, era um grande amigo da época da escola, que não o encontrava há séculos. Feliz com o reencontro me aproximei já falando alto:
- Zé Carlos, sua bichona! Quanto tempo!!!!
Estendi a mão para cumprimentá-lo. Zé Carlos me reconheceu, mas antes mesmo que pudesse chegar perto dele só vi o meu braço sendo algemado.
 - Você vai pra delegacia! – disse um policial que costuma freqüentar o mercado.
Sem entender nada perguntei: 
- Mas, o que foi que eu fiz?
 - HOMOFOBIA! – disse o policial - bichona é pejorativo, o correto seria chamá-lo de grande homossexual.
Antes mesmo de eu me defender o Zé Carlos interferiu tentando argumentar: 
- Que é isso Sr. policial, o quatro-olhos aí é meu amigo antigo de escola, a gente se chama assim na camaradagem mesmo!!
 - Ah, então você estudou vários anos com ele e sempre se trataram assim?
 - Isso doutor, é coisa de criança!
E nessa hora o policial já emendou a outra ponta da algema no Zé Carlos:
- Então você está detido também.
Foi então, minha vez de intervir:
- Mas meu Deus, o que foi que ele fez?
- BULLYING! – disse o policial - Te chamando de quatro-olhos por vários anos durante a escola.
 Zé Carlos ficou desesperado:  
- Que é isso seu policial! Somos amigos de infância! Tem amigo que eu não perdi o contato até hoje. Vim aqui comprar umas carnes pra fazer um churrasco com outro camarada que pode confirmar tudo!
Nessa hora eu vi o Jairzinho Pé-de-pato chegando perto da gente com 2 quilos de alcatra na mão. Eu já vendo o circo armado nem mencionei o Pé-de-pato pra não piorar as coisas, mas ele sem entender nada ao ver o Zé Carlos algemado já chegou falando:  
- Que porra é essa negão, o que tu aprontou aí?
E aí não teve jeito, foram os três parar na delegacia e hoje estamos respondendo processo por HOMOFOBIA, BULLYING e RACISMO.


“Moral da história: Nos dias de hoje é um perigo encontrar velhos amigos!”

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Jamais Geddel Vieira Lima poderia continuar ministro


Michel Temer está fechado com Geddel Vieira Lima, seu ministro querido, amigo de tantos anos.
Não importa o que ele faça, ele fica. O que importa é manter os compromissos, manter as amarras.
Poderia ser diferente? Não. Michel Temer chegou ao poder dessa forma. Ele foi vice de Dilma Rousseff. Ninguém é reserva do PT à toa.
O recado dos brasileiros no impeachment foi contra um modelo de política e jamais será compreendido pelo PMDB de Michel Temer. Eles não sabem fazer diferente.
Não é só fazer reformas econômicas. Precisa de um exemplo moral, de compromisso com as instituições, de pouca margem para abusos. Nesse sentido jamais Geddel Vieira Lima poderia ser ministro.
Até quando, nesse Brasil de 2016 em que vivemos, Geddel Vieira Lima será ministro?
Há outros. Mas não podemos aceitar que isso continue assim.
Fora, Geddel Vieira Lima.

Assista ao comentário de Carlos Andreazza:


Por Jovem Pan