quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Lindbergh tentou emparedar Moro no Senado, mas findou atirando no próprio pé (e no de Renan)


Essa foi boa. Ou melhor: foi ótima! Aconteceu há pouco no Senado. Em defesa do projeto que supostamente estaria combatendo abuso de autoridade, mas é visto como uma retaliação à Lava Jato, Renan Calheiros convocou Sérgio Moro para pronunciar-se sobre o texto a ser discutido na casa. Lindbergh Farias foi um dos senadores que usaram o microfone. E aproveitou para repetir todas as baboseiras que a esquerda repete contra a operação: que ela comete abusos, que não deveria ter feito condução coercitiva de Lula, que não deveria ter grampeado o ex-presidente, ou a esposa dele, enfim… Tudo lorota já amplamente desmentida nos últimos meses.
Qual a resposta de Moro? Mostrou que a fala do senador comprovava que a lei contra abuso de autoridade na verdade estava sendo negociada para atacar a Lava Jato:
“Eu fico preocupado com essa afirmação de que a Lei de Abuso de Autoridade não tem nenhuma intenção de frear a operação Lava Jato. Mas fica claro [na fala de Lindbergh] que eu, na condução do caso, cometi abuso de autoridade e devo ser punido. Então me parece claro que subjaz, não digo em relação a todos, mas há uma intenção clara de que o projeto de Lei de Abuso de Autoridade seja utilizado especificamente para criminalizar condutas de autoridade envolvidas na Operação Lava Jato. Para mim ficou evidente.”


Não ficou claro só para ele. Ficou para qualquer um. Lindbergh Farias deu um tiro no pé de Renan Calheiros.
http://www.implicante.org/noticias/lindbergh-tentou-emparedar-moro-no-senado-mas-findou-atirando-no-proprio-pe-e-no-de-renan/

Neve.


Uma mulher viaja de férias para o Nordeste e lá conhece um negro muito bonito. Os dois começam a conversar, surge um paixão irresistível e acabam transando. Depois da transa, ela pergunta o nome dele, mas ele se nega a dizer, alegando que ela vai rir quando souber. 
Essa paixão prossegue durante 15 dias. Na véspera do embarque de volta, a mulher insiste para que ele revele seu nome e ele finalmente cede: 

- Meu nome é Neve. 

Ouvindo isso, a mulher começa a gargalhar e o negro diz: 

- Está vendo? Você é igual às outras. Está zombando de mim. 

- Não, não... Eu estou rindo da cara do meu marido, quando eu disser que peguei 20 cm de Neve todos os dias no Nordeste.