sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Conheça a juíza que substituirá Moro nas férias


Ela se chama Gabriela Hardt. Pratica natação. Compete em provas de maratona aquática. Formou-se em Direito pela Universidade Federal do Paraná. Juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, cobrirá as férias de Sergio Moro. Zelará pelo andamento da Operação Lava Jato até 20 de janeiro.
Os encrencados não devem ter vida fácil. Gabriela é admiradora de Moro. Enxerga nele potencial para ocupar uma poltrona no Supremo Tribunal Federal. Ao compartilhar no seu Facebook, em 13 de outubro de 2014, uma nota de associações de juízes em defesa da Lava Jato, a doutora anotou no preâmbulo:
“Compartilho abaixo a nota […] para ciência dos amigos e em homenagem ao juiz federal Sergio Moro, cuja retidão e dedicação me inspiram diariamente na atividade judicante. Nosso país terá muito a ganhar se ele um dia vier a integrar nossa Corte Suprema.”
O primeiro réu da Lava Jato a experimentar os rigores de Gabriela Hardt foi Paulo Ferreira, ex-tesoureiro do PT. Num depoimento a Moro, em 14 de dezembro, o ex-coletor admitiu o ingresso de verbas de má origem nas arcas do PT. “Negar informalidades nos processos eleitorais brasileiros de todos os partidos é negar o óbvio”, disse ele, fulminando a retórica petista oficial, segundo a qual apenas dinheiro limpinho passou pela caixa registradora do PT.
Moro pediu ao depoente que explicasse a contradição entre seu depoimento e a versão do seu partido. Paulo Ferreira reiterou: “É um problema da cultura política nacional, doutor Moro. Eu não estou aqui para mentir para ninguém. Estou aqui para ajustar alguma dívida que eu tenha, minha disposição aqui é essa.”
Sensibilizado, Moro autorizou o ex-tesoureiro petista a deixar a cadeia. Entretanto, condicionou a libertação ao pagamento de uma fiança salgada: R$ 1 milhão. Por meio de seus advogados, Paulo Ferreira disse que não dispõe desse dinheiro. Pediu reconsideração. Moro indeferiu. A defesa reiterou o pedido. Dessa vez, a petição foi às mãos de Gabriela Hardt, que manteve a resposta negativa.
A substituta de Moro ofereceu como alternativa a hipótese de Paulo Ferreira oferecer um imóvel como caução, para assegurar o pagamento da fiança. “Caso o imóvel não pertença a Paulo Adalberto Alves Ferreira, deverá o proprietário apresentar termo oferecendo o bem em garantia”, ela escreveu em seu despacho.

Blog do Josias de Sousa
http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2016/12/22/conheca-a-juiza-que-substituira-moro-nas-ferias/

Conheça a incrível história por trás do homem que teria vivido 256 anos, de acordo com registros antigos


De acordo com obituários de 1933 do Time Magazine e do New York Times, Li Ching-Yun foi conhecido por ter tido 23 esposas e gerado 180 filhos.

A quantidade é absurda? Não, se considerar que ele morreu com 256 anos.
"Mantenha um coração tranquilo, sente como uma tartaruga, ande alegre como um pombo e durma como um cão". Estas foram os conselhos que Li deu a Wu Pei-Fu, o senhor da guerra, que o levou em sua casa para aprender o segredo da vida extremamente longa. Li afirmou que a tranquilidade interior e a paz de espírito foram os segredos para a longevidade incrível. Sua dieta era baseada apenas em arroz e vinho.
Sem surpresa, não se sabe muito sobre a vida de Li Ching-Yun. Sabemos que ele nasceu na província de Szechwan na China, onde também morreu. Sabemos também que, no seu décimo aniversário, Ching-Yun já era alfabetizado e tinha viajado para Kansu, Shansi, Tibete, Annam, Siam e Manchúria coletando ervas. Depois disso, a história fica um pouco confusa...
Aparentemente, quando já tinha mais de cem anos, Li continuou vendendo suas próprias ervas e, em seguida, foram vendidas por outras pessoas. Ele também (segundo a revista Time) tinha longas unhas de 15 cm em sua mão direita.
Apesar de que, pela idade, Li devesse aparentar sérios sinais de velhice, fontes alegam que se maravilhavam com a aparência de sua juventude. Então, o que realmente aconteceu com Li para ele não ter sinais de idade avançada?
Por sua própria admissão, Li alegou que nasceu em 1736 e viveu 197 anos. No entanto, em 1930, um professor e reitor da Universidade Minkuo, Wu Chung-Chien, encontrou registros de "provas" que Li nascera em 1677. Registros supostamente mostraram que o governo chinês imperial havia lhe dado os parabéns em seus aniversários de 150 e 200 anos.
Entretanto, Jeanne Louise Calment, uma mulher francesa que morreu em 1997, até agora é a que detém o título de pessoa que viveu mais tempo: 122 anos, o que é um recorde fenomenal. Isso significa que, se os registros descobertos por Wu Chung-Chien forem precisos, a idade de Li Ching-Yun superaria o recorde oficial por mais de 130 anos. Agora será que viver todos esses anos é clinicamente possível?
O detalhe, que é o que parece provar ambos os argumentos e desmascará-los ao mesmo tempo, é a aparência jovial de Li, como observou um artigo de 1928 do New York Times. Visualmente e fisicamente, ele parecia um senhor de 60 anos de idade. Então onde está realmente o erro? Será possível ou apenas exagero na contagem de histórias sobre Li?
Infelizmente, talvez nunca saberemos.

http://www.jornalciencia.com/sociedade/diversos/3826-conheca-a-incrivel-historia-por-tras-do-homem-que-viveu-256-anos-de-acordo-com-registros-antigos